quarta-feira, 2 de junho de 2010

I'm an accident.

Eu quero mesmo é que tudo exploda. E que seja luminosa, a explosão, que ecoe pelos quarteirões e faça tremer teus vidros, quebrar tuas janelas. Que perturbe teu sono e te faça ir pra rua pra ver o que aconteceu. Você não vai me encontrar lá. Eu não sou o piloto. Não sou o passageiro. Não sou o pedestre. Eu sou o acidente, e eu sou grave.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Deixe-me sozinha.

Isso aqui não diz nada, nunca. Só revela o que se passa. Eu não posso prometer nada pra ninguém. Promessa foi feita para ser quebrada. E disso, eu sou tão vítima quanto agressor.